segunda-feira, 27 de abril de 2009

quando achar necessário, gire novamente

não sei se os dias consecutivos, mas hoje os ônibus começaram a causar sono.

cada dia me permite percorrer três pontos opostos da cidade. partir do centro, passar em um miolo, vencer anéis, me deparar com o cerrado e ter a impressão de ser maior (estando no ônibus que percorre o interior de conjuntos) do que as moradas desse último lugar.

do pulsante centro da cidade, a praça Tubal, parto para o terminal central. Jogo rápido. Hoje estive acompanhado por uma prima curiosa. O primeiro destino é o Bairro Luizote de Freitas, setor oeste. Como todos dizem: O Luizote é outra cidade! Pode ser visto assim por ser bem servido e tudo mais... Mas a linha das outras linhas se difere apenas pela extensão, pois os aspectos urbanos se repetem e chegamos no ponto final.

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Este nem espera no ponto final.

curiosidades:

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De volta ao terminal central vamos para o terminal Umuarama e de lá para o Bairro Aclimação, setor norte. Aqui sim é possível uma retrospectiva por quase todas as experiências a partir deste meio de transporte. Vias de comércio e serviços, rodovia, ferrovia, aeroporto, cerrado, condomínio, indústria, estrada de terra, muro, clube, muita igreja, calçada, gente, cavalo, alargamentos, estreitamentos, amplidão, sono...

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Terminal Umuarama/Central para Bairro Canaã. A curiosidade das escalas extremas e das pessoas cansadas. Conheci as tão faladas "ruas fechadas". Isso, ruas em que os moradores decidiram colocar portões, criando conjuntos. Tente transpor esse quarteirão.


Em todos os retornos um centro atraente.

Em todos os miolos, gente passando.

Em todos pontos finais, falta de gente.

Em todos lugares, a força do produto.



Para os que trabalham longe. Dormitório

Para os que passam o dia alí. Vão levando.



impressões. imagens que vão sendo criadas.

boa noite.

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